segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

detalhes...

 
  
 

Ontem passei uma parte da tarde lá no Cantinho, a sonhar acordada com a mãe. O espaço começa a tomar forma, aos poucos, e o desejo de o ver povoado de objectos especiais e únicos cresce em nós. A nossa esperança é que seja um espaço de partilha, de motivação para os artesãos que participarão dele. Acarinhamos o conceito de peças que saem não só das mãos de quem as faz, mas especialmente do coração. E este processo de selecção e contactos é delicioso, apesar das condicionantes e da espera.

  
  
  
 

Às pessoas que já se mostraram disponíveis [até para dar uma mão nesta fase de preparativos], muito obrigada por sonharem connosco :)
Obrigada pela paciência demonstrada face à nossa inexperiência nestas andanças de montar um "negócio". Patrícia, o teu contributo na procura de respostas foi imprescindível.

Vamos dando notícias do progresso... 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

{fragmentos do processo}


Este móvel absolutamente mágico, que estava em muito mau estado, foi recuperado pelo pai e será o balcão mais bonito das redondezas.

Cantinho das Sequoias {o início}

Chama-se "Cantinho das Sequoias" e é um sonho já antigo da mãe Donzília (e também meu), agora em fase embrionária, mas desejoso de ver a luz do dia e dar os primeiros passos. Mas para isso, precisamos que partilhem connosco o caminho.

Trata-se de uma pequena loja (localizada no Barreiro), que será recheada de peças de autor, algum material de retrosaria seleccionado e outras preciosidades.

Por enquanto está a ser mobilada, pelas mãos habilidosas do meu pai, que tem restaurado e reaproveitado móveis antigos.

Deixem que vos explique a razão do nome "Cantinho das Sequoias"...
Para quem não sabe, as sequoias [também chamadas super-árvores] são as maiores árvores que existem, aliás, os maiores seres vivos que se conhecem. Podem viver milhares de anos. São árvores que possuem raízes pouco profundas e o que é fantástico é que sobrevivem porque as suas raízes estão ligadas umas às outras. É, então, a perfeita metáfora para o facto de que também nós precisamos uns dos outros e de nos ligar a outros.